Leah em mais um de seus laterais acrobáticos
O Brasil empatou com a Suécia (1x1), nesta manhã, em Bielefeld, pela segunda rodada do Mundial Sub-20. Jogamos melhor que na primeira rodada, sobretudo no segundo tempo com as entradas de Ludmila e Edna. Aliás, a atacante "bad girl" da Francana (ex-Galo) mudou o jogo com sua força, velocidade e habilidade. Merecia o gol na bola que bateu na trave.
A Suécia abriu o placar no primeiro tempo com mais um erro na saída de bola, dessa vez de Andressa. O resultado do intervalo era um castigo para um time que dominou a posse de bola, mas teve pouca penetração. A equipe das loirinhas é bastante limitada e fecha razoavelmente sua área numa linha de 4.
O Brasil entrou em campo, como o esperado, com Thaynara de 3ª zagueira que virava volante. Houve um pouco mais de paciência do que na primeira partida. No segundo tempo, a inesperada presença de Ludmila fez toda a diferença. Não vi Ketlen mal no jogo e nem o ataque parecia o maior problema. Porém, a atacante mineira foi para dentro das suecas, no melhor estilo Galvão Bueno.
A penalidade que foi convertida por Rafaelle nasceu de um cruzamento despretencioso de Leah. A goleira sueca deu um empurrão tosco em Alanna e aliviou a barra canarinho. Edna melhorou a equipe com mais vigor que Andressa. É uma espécie de Ramires no estilo de atuar. De qualquer forma, essa melhoria não foi o suficiente para o Brasil depender apenas de si.
Na terça, a Coréia do Norte joga pelo empate diante da Suécia para ficar em primeira no grupo, que também joga pelo empate para classificar em segundo. Será um jogo de "comadres"? Esperamos que não, para o bem do Brasil e do futebol. A seleção nacional pega a Nova Zelândia já eliminada e precisa vencer, se possível, por dois gols.
Vou ter que sair com um dos mais célebres ensinamentos da humanidade: a esperança é a última que morre.







